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História

O Colégio Santana teve seu início em 18/12/1892, na Av. Angélica, com cinqüenta pensionistas e nove órfãs. Sua Diretora era a Irmã Maria Virgínia Faraldi, da Congregação das Irmãs de São José de Chambéry.

Em 2009 foi comemorado o sesquicentenário da chegada de Madre Maria Teodora Voiron no Brasil, a 1ª Provincial das Irmãs de São José de Chambéry.

Em 1894, o Colégio, cujo nome era Sagrado Coração de Maria, foi transferido para o bairro de Santana, no alto da colina, passando a chamar-se “COLÉGIO SANTANA” para se diferenciar da Congregação Sagrado Coração de Maria, que abrira um colégio com este nome na cidade de São Paulo.

Por muito tempo, a Capela Santa Cruz e o Colégio Santana foram pontos de referência em documentos oficiais da cidade. Este Colégio, junto com o Observatório Astronômico de Santana, são considerados marcos culturais do bairro. A partir de 1893, o Padre Roberto Landell de Moura fazia várias experiências, testando seu aparelho que denominou Telefone Sem Fio (pois já existia o telefone com fio). Nesta época contava com a colaboração de uma Irmã da Congregação de São José de Chambéry, que havia chegado da França e tinha conhecimentos das pesquisas relacionadas. Assim o Colégio Santana entra para a história das telecomunicações do Brasil e do Mundo, pois no solo desta escola foram feitas as “primeiras experiências de transmissão de voz humana, sem auxílio de fios, que  se  tem notícia na história mundial das telecomunicações.”

As Irmãs do Colégio Santana mobilizaram-se para a instalação da 1ª linha telefônica no bairro, conseguindo que, em 16/03/1912, a Companhia Telefônica instalasse o 1º aparelho da região, com ligação direta para a cidade em seu prédio.

É inegável que o crescimento de Santana está atrelado à vinda das Irmãs de São José de Chambéry para a instalação do Colégio Santana.

O Colégio Santana permanece como espaço de produção cultural, social, intelectual, científica e religiosa, consolidando a cada ano sua missão de centro vivo de expansão de conhecimentos, ao mesmo tempo que preserva as raízes dos moradores da área que desejam contribuir para a construção de uma sociedade justa, fraterna e solidária, comprometida com a vivência da cidadania.



2 Comentários »

  • Maria Conceição de Barros Dantas Maciel disse:

    Gostaria de saber se o Colégio tem relação dos nomes dos alunos que estudaram nessa escola em meados do século XX.

    Sei que minha mãe foi interna, por muito pouco tempo, tendo vindo de Três Lagoas (Mato Grosso), e que não se acostumou longe de casa.

    Não sabia que o Colégio ainda existe e desconhecia sua importância histórica.

    Se responderem à minha indagação inicial, ficaria contente por estabelecer uma ligação com o passado de minha mãe, falecida em 1954.
    Seu nome de solteira era Laura Josepha Feijó Jardim, nascida em 07/02/1908.

    Agradeço a atenção e, sendo possível, em razão dos meus 77 anos, passarei pela Rua Voluntários da Pátria para conhecer os locais por onde minha mãe andou quando menina.

    M.Conceição B.D.Maciel

  • Rafael Bizzi Moraes disse:

    Olá Sra. Maria Conceição! Entraremos em contato pelo e-mail aqui divulgado. Aguarde.

    Obrigado!

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