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NOSSA MISSÃO

A Associação SIPEB  – Associação de Instrução Popular e Beneficência – há mais de 106 anos promove  projetos – Instituições no âmbito da Educação e Assistência Social, administrando e gerindo ações que contribuam para o aprimoramento e renovação do ensino brasileiro, acreditando no potencial de cada ser humano, e  construindo alianças na busca de novas soluções educacionais que apoiem crianças, jovens, famílias e educadores a tornarem-se cidadãos plenos por meio de um ensino de qualidade.

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IRMÃS DE SÃO JOSÉ

A Congregação das Irmãs de São José surgiu na França,no século XVII, na cidade de Le Puy , com as seis primeiras Irmãs: Francisca Eyraud, Claudia Chatel, Margarida Burdier, Ana Chalayer, Ana Vey e Ana  Brun sob a orientação do Pe. João Pedro Médaille e do Bispo Dom Henrique de Maupas.

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Claudia Regina Caragnati

Vice-Diretora - Escola carlos Borba
Um trabalho com uma visão construtivista que leva os nossos alunos a uma elaboração de raciocínio lógico, rápido e devolutivo.
Somente tenho que agradecer o trabalho desenvolvido e o bom comprometimento da equipe.
Um carinho especial para a nossa educadora,por  seu carinho e atenção aos nossos alunos.
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Alexandre Gomes de Melo

Professor, 4° D - Escola Carlos Borba
É de extrema importância o Projeto Pense e Faça nas escolas públicas. Por ajudar no desenvolvimento e na inclusão social, no raciocínio lógico, no agir, e a compartilhar valores e conhecimentos.
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Miriam Ferreria Guedes

Inspetora de alunos - Escola Carlos Borba
O Projeto Pense e Faça em nossa Escola tem sido reconhecido de forma positiva, tanto pelos alunos como professores e funcionários.
As atividades trabalham o raciocínio lógico das crianças, e até mesmos as crianças com algum défice de atenção conseguem realizar as atividades como as demais.
As aulas são sempre elaboradas, tendo como objetivo o aprendizado das crianças.
Acredito que  o Projeto tem atendido as expectativas dentro de nossa escola.
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Tânia Cristina Barqueta de Souza

Professora, 4°A - Escola Carlos Borba
O Projeto Pense Faça, desde que teve inicio na nossa Escola tem nos ajudado muito no desenvolvimento escolar dos nossos alunos. Eles tem demonstrado maior interesse e responsabilidade em realizar suas atividades, e isso ocorre na maioria das disciplinas.
O projeto ajudou muito também na sociabilidade dos alunos. Eles aprenderam a interagir em grupos, respeitando regras e participando de maneira agradável nos jogos.
Os alunos adoram... E os professores também.
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Elieuza

Professora, 1 ano B - Escola Rogê Ferreira
Ao acompanhar o projeto percebo o desenvolvimento dos alunos na interação com as regras dos jogos e a aceitação das mesmas, a evolução na resolução dos jogos. Além disso, um dos grandes avanços que observo é a interação entre os alunos na resolução de seus problemas no grupo.
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Nilza Bertoldi Salmazo

Ex- educadora do Centro Promocional São José
Tenho76 anos de idade e sou professora aposentada do Estado. Minha Historia com o Centro Promocional São José começou há mais de 24 anos com um convite de Irmã Isabel Muniz para desenvolver uma atividade de trabalhos manuais com as crianças de 10 a 13 anos, fazendo tapetes, bordado em guardanapos, até o ano de 1999. De 2000 a até hoje contribuo com a campanha FAÇA UMA CRIANÇA FELIZ NESTE NATAL. Essa campanha tem mais de 30 anos, alegrando tantas crianças na aproximação dessa grande festa. Tenho muita satisfação de colaborar cada ano com meu grupo de 40 amigas. Acredito que o Centro Promocional São José tem grande contribuição na formação da pessoa humana e na transformação social, fazendo a diferença na cidade.
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Fernanda Milani

Mãe de participantes do Projeto- Centro Promocional São José
Tenho 35 anos de idade e sou divorciada. Trabalho como vendedora no território do calçado de Jau. Tenho dois filhos que são uma bênção de Deus na minha vida, Vicenzo de 9 anos, e Maria Eduarda de 8 anos que frequentam essa abençoada Instituição. A Entidade me inspira muita confiança. Agradeço a contribuição na formação integral dos meus filhos e de muitas famílias que precisam de um lugar para seus filhos no período contra escolar.
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Daniela Ap. Falcioni Jorgino

Mãe de participantes do Projeto - Centro Promocional São José
Sou Professora de Educação Infantil, casada e tenho dois filhos: Giam Henrique Falcioni Jorgino com 11 anos e Luiz Fernando Falcioni Jorgino com 10 anos que frequentam o Projeto desde os 6 anos de idade. Tenho muito a agradecer a toda equipe de educadores, gestores e Irmãs, pois, como não possuo família na cidade, não teriam com quem ficar; ficariam em casa sozinhos ou na rua no período contrario à escola. O Projeto oferece atividades variadas como: judô, karaté, artesanato, natação no SESI, informática, entre outras. Meu marido e eu percebemos que nossos filhos são envolvidos numa dinâmica de compromisso e afeto, preocupados em transformar crianças e adolescentes em pessoas de bem e com generosidade e amor. Como mãe agradeço do fundo do coração por acolherem meus filhos com tanto amor e carinho e agradeço ainda por se dedicarem a essa missão especial com tanto entusiasmo e verdade. Deus as/os abençoe sempre
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Luiz Henrique Cardoso Soares Cantos

Ex-participante do Centro Promocional São José
Sou operador de caixas na rede de supermercados Jaú Serve, desde agosto de 2015, e também fiz vestibular de enfermagem, que cursarei em 2018. De 6 a 12 anos frequentei o Projeto e fui bem acolhido pelo Centro Promocional São José que permanece presente em minha vida e que visito com frequência. Amanhecia cada manhã com forte desejo e interesse de ir ao Projeto para participar das diversas oficinas oferecidas por educadores capacitados. Aprendi muito e cresci no relacionamento. Estava sempre pronto para ajudar. O Projeto do Centro Promocional São José é de extrema importância na vida das crianças e adolescentes. A entidade zela muito pela educação e formação de cidadãos e desperta nos educandos a procura pelo conhecimento. Gostaria de agradecer imensamente a toda equipe do Centro Promocional São José e, em especial, às Irmãs de são José de Chambéry pelo carinho e dedicação.
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Kauran de Moura

Ex-participante Do Centro Promocional São José
Estou terminando o ensino médio. Prestei vestibular para Moda, passei e vou ingressar no ano de 2018. Frequentei o Centro Promocional São José dos 6 aos 12 anos. Confesso que foi uma experiência de caminhada para toda vida. Tive oportunidade de realizar e vivenciar uma atividade artesanal que me ajudou a descobrir a minha habilidade, por isso o motivo da minha escolha na universidade. Agradeço a toda equipe e as Irmãs de São José de Chambéry pelo zelo que tiveram por mim e também me ensinaram a ter pelo próximo.
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Alzira Fátima Voltolim

Parceira - Centro promocional São José
Vim de uma família de 10 Irmãos, uma família muito grande. Posso dizer que a minha fé, hoje, tem o alicerce que tem por que convivendo com as Irmãs de São José, tive o ensinamento de como me colocar à disposição do outro. Quando iniciamos juntos aquele grupo de jovens sonhadores, nós estávamos afoitos de querer fazer alguma coisa. Através das Irmãs, da Congregação e da SIPEB, construímos o Centro Comunitário, na Vila Cipó, hoje Vila Santo Ivo. A pobreza era imensa e o descuido social enorme. As ruas sem es- goto e sem asfalto. As pessoas sem moradia, a fome batendo. Então as Irmãs nos mostraram que a fé sem obra era morta, e que poderíamos fazer juntas e exercer a cidadania. A formação que nos foi dada naquele momento me fez ter um trabalho muito belo dentro da vida pública com dois mandatos de vereadora, sendo a primeira mulher presidente da câmara de Jaú e Secretária de Habitação. A função que elas fazem hoje, ajuda até o poder público, com mais de 300 crianças sendo sustentadas na área educacional, com alimento e formação. Esse projeto em nossa Jaú é de grande valia, no sentido religioso, educacional, social e de formação socioeconômica. Que essas crianças possam ter a alegria que eu tive na minha adolescência e chegar aonde cheguei dentro do cargo público.
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Aline Fernanda S. Paris

Ex-participante - Centro promocional São José
Logo que comecei ir para a escola, eu tinha um tempo vago depois do almoço. Minha mãe me colocou no Educandário, a Colmeia, numa época que estava começando as drogas na escola. Íamos eu, minha irmã e as minhas sobrinhas. Lembro dos projetos de fim de ano: “Faça uma Criança Feliz”, dos presentes que eu e minha irmã ganhávamos. Barbie, roupa, sapato... Também me lembro dos lanches... Fazíamos vários trabalhos de pintura, bordado, artesanato... Lembro muito bem da hora que íamos embora. Íamos a pé em grupos e não tinha vã. As Irmãs falavam: vão com cuidado, não pega carona com ninguém, dá a mão para os peque- nininhos na hora de atravessar a rua... E isso me ajudou muito no que eu sou hoje. Para estar trabalhando hoje onde trabalho, num cargo de confiança como secretária, por eu ter parado de estudar cedo, lá me ajudou muito. Eu aprendi a ter valores e princípios. Como tratar uma pessoa, a ser honesta, a ser fiel a uma amizade. A tratar bem o próximo, com carinho. Cheguei onde estou graças a essa formação. Todo mundo que eu atendo fala: você é muito simpática, você trata a gente com amor. E isso eu aprendi na Colmeia.
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Daltira Maria Tumolo

Ex-aluna - Colégio São José
Eu sou fruto da educação, da convivência com as Irmãs de São José. Cursei o antigo ginasial e ganhei o diploma de professora normalista na época. Eram dezenas de jovens sonhadoras e idealistas que se formavam ano a ano como professoras, e que atuaram com brilhantismo. Anualmente nós realizávamos campanhas de articulação para arrecadação de bens materiais e financeiros. Nós éramos divididas em equipes. Eu lembro e me vejo com as Irmãs preparando sanduíches... Um sanduíche tão gostoso!... Que gosto da minha adolescência!... Nós vendíamos esses sanduíches e outras guloseimas em função das missões. Tivemos essa cidadania, essa noção de servir. Tive a felicidade de conviver com a Irmã Isabel, a condutora da Colméia na época. Como eu estava na Gerência de Projetos Educacionais na Secretaria Municipal de Educação, nossa convivência foi bastante próxima. Elas conseguiram em Jaú, dar um exemplo de gestão em favor da comunidade, um exemplo da verdadeira cidadania. E ao liderarem um projeto dessa ordem, possibilitaram o despertar do desejo de pessoas das mais diferentes classes sociais atuarem também.
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Maria Ap. Rodrigues da Silva

Avó de ex-participante do Centro Promocional São José
Tenho 67 anos e sou aposentada. Conheci o projeto aproximadamente há 15 anos, quando precisei colocar minha primeira neta Stefany para poder trabalhar; todos na casa trabalhavam e não tínhamos com quem deixá-la. Hoje Stefany tem 21 anos, faz curso profissionalizante de Administração na ETEC. Meu neto Fabiano foi para o Projeto com 6 anos e lá ficou até 11 anos; hoje tem 16 anos e está no ensino médio. Em 2016 precisei colocar minha neta de quem sou responsável. Admiro esse lugar maravilhoso, onde meus netos aprenderam a ser mais humanos, criaram laços afetivos e se desenvolveram harmoniosamente. Sempre que precisei, o Projeto esteve de portas abertas para me receber, me orientar e me apoiar. Agradeço de todo coração a oportunidade que meus netos tiveram e tem. Aceitaram meus netos do jeito que eles são. Se eles estão felizes eu também estou, e aqui eles foram felizes. Meu muito obrigada e que Deus continue abençoando vocês!
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Vanda Aparecida de Araújo

Diretora/ParceiraEscola Estadual Prof. Salvador Ligabue
Quando eu cheguei nessa unidade, a minha proposta de trabalho era construir junto da minha equipe uma escola acolhedora, e dado o local onde essa comunidade está inserida, uma comunidade que apresenta graves problemas sociais, o meu sonho e desejo era que essa escola, a comunidade escolar, saísse de certa invisibilidade na qual se encontrava. Nós temos avaliações externas, a prova Brasil e o SARESP, que é um sistema de avaliação de resultados do Estado de São Paulo. E analisando os índices apresentados, percebemos que o nosso problema de ensino aprendizagem estava focado na matemática. Houve uma evolução muito significativa ao longo desses quatro anos que o Projeto Pense e Faça vem sendo desenvolvido junto aos nos sos alunos. Percebemos a olhos vistos. O re- sultado duplicou. Quando ocorre alguma mudança na rotina os alunos sempre vem nos questionar.” Não terá Pense e Faça?”. Acredito que a maior importância da inserção desse projeto na vida deles é trabalhar o raciocínio lógico, a concentração. Esse projeto oportuniza a desenvolver habilidades não vistas pelas professoras. Quando eu falo sobre esse projeto junto aos meus colegas, todos se interessam. Querem contato e querem saber como a coisa se dá. Pois todos nós seremos beneficiados. Afinal de conta, esse nosso aluno daqui para frente será o profissional que irá nos atender. E como nós queremos um bom profissional? Aquele que te um bom raciocínio lógico, a- quele que tem a concentração e principalmente que saiba reconstruir a sua própria história.
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Vera Aragão

Professora – E.E. Professor Salvador Ligabue
O Pense e Faça é muito mais do que um momento de jogos, é um preparo para a cidadania. Todos somos envolvidos, por todas as etapas. Desde a sensibilização até a transcendência, que nos coloca diante de estratégias para a vida
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Marlene Ferreira Gomes

Professora - E, E. Professor Salvador Ligabue
Acompanho o Pense e Faça desde seu início. Trabalho na E. E. Salvador Ligabue há 15 anos!Posso afirmar que o projeto é muitíssimo importante para as crianças e para a Equipe Ligabue levando assim seus conhecimentos à comunidade. Os profissionais que conduzem o Projeto são pessoas comprometidas, oferecem as propostas de jogos, trabalhos e dinâmicas de forma clara e objetiva. Primeiro eles contam a história de determinado jogo, conversam tirando dúvidas e passam a jogar em duplas, quartetos ou equipes. São oferecidos jogos muito interessantes. Com eles, as crianças desenvolvem o raciocínio lógico, o trabalhar em duplas e equipes, o compromisso, a responsabilidade, descontração e a alegria de participação.
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Jeniffer

Ex-aluna - Projeto pense e Faça
Quando começou eu fiquei um pouco assusta da, eu não sabia o que era, mas eu fui me in- centivando aos poucos e comecei a estudar. Primeiro conhecemos as peças e o jogo, na segunda aula conhecemos a regra do jogo, na ter- ceira aula nós jogamos para ver se conhecemos, na quarta jogamos novamente e na quinta jogamos a vontade. Eu aprendi muito. O Pense e faça tem transmitido muito alegria para mim. Foi uma inspiração muito grande na minha vida aprender a jogar. Quando vamos aprender um jogo novo, nós fazemos um exercício de relaxamento. O Projeto chegou num momento tão bom... para relaxar. Quando terminamos de jogar, a gente tem mais alegria.
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Ivone A. de F. Silva

Mãe da ex-participante Hevaleska - Centro Promocional Madre Teodora
Como projeto do PETRANS, nossa esperança é que a criança aprenda a respeitar o pe- destre conhecendo a sinalização e no futuro seja um motorista consciente. Esperamos que a curto prazo eles passem para os pais aquilo que eles aprendem aqui. Eu me sinto realizada em trabalhar com criança. Para mim quando saio de casa, é um lazer. A Hevaleska estudou no Centro há 11 anos, e ficou quatro anos. Desde então eu sempre estou em contato com o pessoal do Centro. Foi uma maravilha para mim. Eu não tinha com quem deixar ela. Para mim foi o céu, pois eu ficava em paz. Sabia que ela estava bem e sendo bem cuidada. Ela é a filha que eu pedi a Deus. O que aprendeu aqui, ela leva no dia a dia. Foi tão bom que ela mesma quis fazer um serviço voluntário. Até hoje aqui é a casa dela. Ela se tornou mais humana, mais humilde. É uma pessoa que gosta de se doar. Se toda a criança que fica aí na rua pudesse ficar aqui, que maravilha seria. Tira eles de tudo aquilo que é ruim. Cada coisa que eles vivem aqui é um aprendizado. A minha filha vive a cada dia tudo o que ela aprendeu. Quando ela saiu, chorou muito. Ela sempre vai voltar com muito prazer.
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Hevaleska A. de F. Silva

Ex-participante do Projeto - Centro Promocional Madre Teodora
Sempre fui quietinha e foi meio complicado começar a fazer amigos. Mas eu vinha para cá e me sentia tão livre... Era aconchegante vir aqui no Centro. É como se fosse um novo lar. É isso que simboliza para mim. Eles ensinam você a comer, a respeitar os mais velhos e complementam a educação que você tem em casa. Tem uma ajuda com os deveres da escola também. Aqui as crianças aprendem não só a serem pessoas melhores lá fora, mas a serem pessoas melhores por dentro. Têm vários projetos no Centro que ajudam na formação. Tem o momento de lazer, de espairecer a cabeça. As atividades são diversas e as monitoras interagem muito. Você chega aqui e vê diferentes casos nas famílias. É uma troca de carinho entre as pessoas. Nas festinhas muitas pessoas se mobilizam a ajudar por que sabem que isso aqui é diferente. Que o que tem aqui é algo que vai amparar as pessoas. Quando voltei como voluntária senti uma nostalgia. Você acaba amando as crianças também. Uma criança que nem te conhece chega e pergunta seu nome, quantos anos você tem. E aí elas chegam para você e falam: eu te amo. E aquilo vem fundo no coração da gente...
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Deborah M. Dubner

Voluntária - Centro Promocional Madre Teodora
A Dança Circular é uma missão de vida que tenho. É algo que sou muito apaixonada. Trabalha o inter-relacionamento, a autoconfiança, autoestima. Tem um propósito de conexão consigo mesmo, com as pessoas em volta, com a sua fé,com o seu Deus interior. Ser voluntária traz para mim uma sensação e missão cumprida, que estamos fazendo um bem na vida, que faz diferença. Eu faço aqui por que sei que é um lugar que frutifica. Sempre trago amigos meus para conhecer o trabalho. É difícil achar lugares que tenham com prometimento com a educação da criança, que estão vendo caso a caso, que não é só um emprego. Me sinto muito respeitada, valorizada como voluntária. Tenho apoio de tudo o que preciso. Uma aluna veio me contar que passou as férias ouvindo as músicas, que ouviu com a família. Você sente que é uma sementinha que está espalhando. Também tive um aluno o ano passado que não queria dançar. Ele tinha muita vergonha. E eu nunca obrigo. Ele entrou no momento em que se sentiu tranquilo. Começou a dançar e se surpreendeu. Quando acabou , ele me abraçou e chorava tanto, e eu chorava junto. Ele viu que era capaz.
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Eunice Pereira da Silva

Mãe de ex-aluno - Ceprol
Moro em Franca há 18 anos e tenho 7 filhos. Conheci o Ceprol através de uma amiga minha. Saber que vai trabalhar e que seu filho não corre risco é muito bom. Eles faziam aula de capoeira, aulas de reforço e tinham a alimentação que eles adoravam. Meu marido e eu estávamos desempregados na época. Não tínhamos nem como alugar uma casa. Fiquei sabendo do projeto de financiamento das casas pelas Irmãs na reunião do Ceprol. Há muito tempo nós havíamos dado entrada nesse terreno onde moramos agora, só que eu não tinha condição de construir. O Ceprol doou o material todo. Foi muito importante para meus filhos terem estudado lá. Para começar, foi uma infância boa que eles tiveram. Tanto no esporte como na literatura. Mesmo tendo saído de lá, eles continuam fazendo capoeira. Tiveram computação, e eu também. Tinha os projetos para as mães. O Ceprol foi ótimo para mim. Foi através de lá que hoje nós temos nossa casa.
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José Roberto Chaga

Ex- aluno Ceprol
Nasci em Franca e fui aluno do Ceprol, que na época chamava-se Colmeia, de 1971 a 1975. Saí da Colmeia com 13 anos para o meu primeiro emprego como entregador de fotografias. Antes de mim, passaram pelo Ceprol dois irmãos. Geraldo Magela Chagas, e o João Batista Chagas. Meu irmão caçula, Luís Fabian Chagas, também esteve aqui uns 3 anos. Falar do Ceprol, da Colmeia para mim é muito emocionante.... Praticamente tudo o que eu tenho, da minha formação...Tem raiz no Ceprol. Passei pelo Centro no fim da infância e começo da adolescência. E nós encontramos aqui praticamente tudo o que um menino de periferia precisa: oportunidade de socialização, perspectiva profissional, diretriz espiritual, diretriz moral e ética. A nossa convivência com as freiras não se resumia ao Ceprol. Era uma convivência em tempo integral. Elas acompanhavam mesmo, de ir visitar a família, frequentar, orientar, dar bronca, elogiar... A casa onde minha mãe mora hoje foi construída com a ajuda das freiras. Da minha turma, praticamente todos são pessoas que se não se deram bem financeiramente, têm uma família bem estruturada. Todos têm uma profissão para sobreviver.

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